Festival de Direitos Humanos - Cidadania nas Ruas

Desde 2013 venho acompanhando o Festival promovido pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Prefeitura de São Paulo, abaixo alguns trabalhos realizados durante a semana do festival.

 

Cidadania das Ruas 2014    _vídeo

Abertura do Festival de Direitos Humanos Cidadania nas Ruas 2014.
Show de encerramento do Festival Cidadania nas Ruas de 2014 no Auditório Ibirapuera.
Inauguração do Monumento aos Mortos e Desaparecidos Políticos no Parque Ibirapuera, São Paulo/SP.
Territórios Livres da Cidadania, ação coordenada pela Casa Rodante na região da Cracolândia no centro de São Paulo
Entrega do Segundo Prêmio Municipal Educação em Direitos Humanos da Cidade de São Paulo no Auditório Ibirapuera.

Entrevista com o arquiteto e artista plástico Ricardo Ohtake que criou o Monumento em Homenagem aos Mortos e Desaparecidos Políticos.

Ficha Técnica:

 


Cidadania nas Ruas 2013    _vídeo

Cobertura da projeção realizada na Rua Augusta em 8/12/2013 da série de minidocumentários "RUA!", que retrata variados tipos de intervenção urbana na cidade de São Paulo, desde as ocupações verdes até a luta pela memória e a verdade, passando pelo teatro de rua e pelo grafite. "RUA!" é um projeto realizado pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, com direção de Tata Amaral e produção da Tangerina Entretenimento.
Na intervenção "Eu Existo", bonecos confeccionados com a ajuda de pessoas em situação de rua são deixados em lugares públicos da cidade de São Paulo, incentivando a reflexão sobre acesso à cidadania, invisibilidade e preconceito.
O Show Cidadania nas Ruas encerrou o 1º Festival de Direitos Humanos, no Parque do Ibirapuera. Celebrando a diversidade, apresentações de Ellen Oléria, Flora Matos, Tulipa Ruiz, Baby do Brasil, Márcia Castro, Tom Zé, Emicida, Rael e Caetano Veloso marcaram o encerramento da semana de atividades.

 
Apresentação ao ar livre, em via pública, de cenas desenvolvidas a partir do texto ‘Liberdade Liberdade’, de Millôr Fernandes e Flávio Rangel, censurado pela ditadura militar. Concepção inicial de Celso Frateschi, com roteiro realizado por Dorberto Carvalho.